Meu humor

Meu perfil

BRASIL, Sudeste, ROMARIA, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, English
MSN -

Café é uma paixão nacional

Publicado em 26/11/2009 às 13:15

deUberaba

97% dos brasileiros acima de 15 anos consomem o produto, segundo a Associação Brasileira do Café

 

O café é sagrado para muita gente. Pela manhã é preciso tomar aquele cafezinho para começar bem o dia.

Para quem gosta da bebida, só aquela fumacinha, já dá água na boca. E como é possível fazer várias combinações para degustar cada um prefere de um jeito.

Os números da Associação Brasileira do Café (Abic) comprovam que o grão é uma paixão nacional. O Brasil é o segundo maior consumidor no mundo, 97% dos brasileiros acima de 15 anos consomem o produto. Só numa lanchonete em Uberaba são feitos centenas por dia. Quem prepara tem que agilizar o trabalho para atender todos os clientes.

Em uma empresa da cidade a garrafa está sempre cheia e em local estratégico. Isso estimula o consumo. A bebida acaba se tornando um combustível para seguir um dia inteiro de trabalho.

É o caso do técnico em informática Alexandre Ribeiro. Ele toma a bebida várias vezes ao dia durante o expediente. Para ele é como um relaxante.

O copeiro Antônio Andrade faz, em média, dez litros por dia. São dois quilos de pó e quatro de açúcar.

FONTE: www.megaminas.com

 

Escrito por .·°o.O Mayara O.o°·. às 00:15 [ ] [ envie esta mensagem ] []

A economia brasileira em 2006, por Rodrigo Botelho Campos

 
 
 
A economia brasileira em 2006 pode ser o indicativo do governo Lula

*Rodrigo Botelho Campos

A economia brasileira vem experimentando nos últimos semestres uma combinação de fenômenos que não ocorrem simultaneamente com muita freqüência. Mas quando ocorrem chamam atenção e são intensamente desejados por todos que perdurem.

Constatamos crescimento da economia, inflação em queda, aumento do volume de investimento interno e externo, balança comercial superavitária, controle da dívida interna, diminuição da dívida externa, diminuição do risco internacional, aumento da geração de emprego formal, melhoria da distribuição de renda, aumento do volume de crédito na economia, etc.

No front externo a economia mundial propicia espaço para crescimento das exportações que batem recordes mesmo com o câmbio apreciado pela entrada maciça de recursos internacionais. É um processo contraditório: crescem as exportações, afluem recursos para dentro do País, sobram dólares, o câmbio aprecia, encarecem relativamente os preços das exportações, mas continuamos vendendo muito lá fora. Por quê? Porque há demanda internacional.

Da mesma forma verificamos que, com o crescimento interno da economia brasileira, com programas sociais distributivos como o Bolsa Família, com a ampliação do mercado de trabalho, com o aumento do salário mínimo, com o aumento das fontes de crédito de vários tipos, com a correção da tabela do IR, com o aumento das aposentadorias, o mercado interno se robustece estimulando novos investimentos das empresas e dos governos federal, estaduais e municipais.

Diga-se, de passagem, que todos os governos, incluindo os estaduais e municipais, estão aumentando suas arrecadações tributárias decorrentes do crescimento da economia. E mais, a carga tributária não está aumentando, tendo havido, inclusive por parte do governo federal, uma série de iniciativas de redução de tributos, mas a arrecadação sim, inclusive pelo aumento do combate à sonegação fiscal e recuperação de dívidas.

Estamos, portanto, vivendo o início de um processo de crescimento com distribuição de renda que pode ser um ciclo de desenvolvimento com característica de “ganha-ganha”: ganham os trabalhadores com a geração de emprego e renda, ganham os empresários do setor produtivo com o aumento dos negócios, ganham os governos com o aumento da arrecadação de tributos, ganham os empresários do setor financeiro pois aumenta o volume de recursos emprestados e diminui a inadimplência.

Os últimos dados da economia têm, inclusive, desmistificado algumas notícias que a oposição procura transformar em verdade pela repetição e servem de argumento para pleitos de toda ordem e ataque de setores da mídia.

Dou dois exemplos: o primeiro é a ameaça de certa indústria automobilística estrangeira que afirmava ser o câmbio o fator que determinava a existência de prejuízo em suas atividades no País e ameaçava com desemprego. Poucos dias depois a ANFAVEA (entidade que reúne as empresas do setor automobilístico) divulgou estatística que mostrava recordes na produção, comercialização interna e vendas ao exterior.

O segundo exemplo é a questão da carne que, apesar da aftosa, do câmbio e das condições climáticas, o país alcança recordes de produção e comercialização aqui e no exterior.

O governo tem administrado as tensões, inclusive com fortes oscilações internacionais advindas da situação econômica dos EUA e do preço do petróleo, mantendo o câmbio flutuante. Curiosamente as pesquisas mostram que a maioria dos setores empresariais consegue competir no mercado internacional com o nível de câmbio que temos.

Os que criticavam o câmbio fixo, passaram a criticar o câmbio flutuante. Para não se exporem em contradição criticam o nível da taxa de câmbio. Mas câmbio flutuante não é para flutuar?

Quando o governo, através do Banco Central, intervem alguns dizem que é estatismo ou dirigismo. Quando não intervem os empresários exportadores dizem que é omissão. É preciso que se diga que o capitalismo brasileiro já amadureceu o suficiente para não precisar se esconder atrás do câmbio, mas avançar em produtividade e escala advinda do atendimento dos mercados interno e externo.

No que diz respeito ao setor agropecuário é preciso ser claro: o câmbio livre por si só pode trazer problemas aos exportadores mas, como tudo na vida, tem o outro lado da moeda. O aumento da oferta interna abaixa o preço da cesta-básica e potencializa a luta pelo combate à fome.

Imaginemos, por hipótese, que todo o alimento fosse exportado para atender a sanha de lucro dos exportadores. Onde ficariam os preços para o consumidor nacional, se é que haveria produto?

Na vida é sempre preciso tomar posição. Neste caso o governo tem uma posição de política econômica que impacta positivamente a política social. Mas é possível, também, nesta área termos jogo “ganha-ganha”? Claro, e será dado pelo fortalecimento do mercado interno. Até porque se a economia internacional “esfriar” é preciso ter o mercado interno “aquecido”.

Dado este quadro pergunto: tudo isto aconteceu por acaso? Foi obra do destino? Foi uma jogada de sorte? Neste instante é preciso dar valor a quem tem.

O então candidato à Presidência da República, Luis Inácio Lula da Silva foi alvejado de todos os lados sendo acusado de não ter competência para gerenciar a questão econômica do País.

Neste contexto o risco-país foi a 2400 pontos e muitos especuladores ganharam com o “risco-Lula”. Ou vocês acham que “atiçar” o mercado não tem por traz especuladores de plantão, na economia e também na política?

Hoje o risco do País é estimado em 240 pontos e estamos no rumo do “investment grade”, indicador internacional de avaliação da economia que afirma ser o país um lugar seguro para investimentos e não apenas um paraíso para a especulação financeira.

Quase quatro anos depois os mesmos que criticavam dizem que isto foi possível porque a economia internacional é favorável. Será que apenas a situação internacional favorável explica o sucesso da política econômica deste governo?

Afirmo categoricamente que não, pois o rumo da política econômica poderia ser outro e andar na contramão da economia mundial se a postura política fosse outra.

Imaginem se Lula tivesse dado o calote da dívida ou proposto uma moratória de longo prazo. Na crise de 2003, herdada pelo governo, esta alternativa poderia ter sido posta.

Afinal, quem não tivesse maturidade sairia com alternativas como esta. Isto, inclusive, é o que setores da oposição acusavam. Esqueceram-se? Uma decisão política desta levaria o País a uma mesma situação vis a vis o que vivemos hoje?

Certamente que não. Portanto, vamos valorizar o comportamento, a seriedade, a sobriedade, mas tudo isto sem perder o foco e o rumo, da política econômica em curso. Foi muito mais tranqüilo para o país quitar sua dívida com o FMI e o Clube de Paris do que ter tido o rompante de romper unilateralmente. Foi muito mais adequado ter mantido o superávit primário do que simplesmente ignora-lo. Isto é postura política sóbria, equilibrada, conseqüente.

Da mesma forma dizem que a economia está indo bem porque é igual à de FHC. Tremendo equívoco daqueles que ingenuamente ou maliciosamente confundem instrumentos de política econômica com a política econômica em si.

É claro que na economia capitalista lida com as mesmas variáveis: taxa de câmbio, taxa de juros, etc. Mas o foco e o rumo diferenciam a intensidade e o “timing”.

Este governo constituiu uma política econômica diversa da anterior, bastando comparar a maioria dos indicadores que refletem os resultados. Cito dois: o volume de dívida interna em relação ao PIB.

No governo FHC o volume aumentou significativamente. No governo Lula estabilizou e a curva começa a virar. No governo FHC o volume da dívida interna indexada ao dólar era enorme. Hoje, é quase residual o que ajuda a “blindar” o País de uma crise financeira internacional.

Alguns, agora, criticam a taxa de crescimento da economia no governo Lula como se fosse o único indicador que deve ser valorizado, com característica de panacéia. Crescer por si só não significa nada porque há países que crescem muito e não transferem para a sociedade os benefícios deste crescimento. Exemplo: o próprio Brasil, no século 20, particularmente na ditadura militar, com taxas exemplares de crescimento, mas com concentração da renda e da riqueza.

Da mesma forma alguns dizem que devemos crescer em padrões chineses, mas é preciso entender o contexto dos países que crescem a taxas enormes como a China e a Índia. Não nos esqueçamos que o Brasil, no século passado, viveu esta experiência com a maior taxa média mundial de crescimento daquela época.

Por quê? Porque estava esvaziando o campo e inchando as cidades, deixando de ser País agrário-exportador para ser País industrializado. É o que está acontecendo na China e na Índia.

Por que a Europa, o Japão e os EUA não crescem em padrões chineses, se possuem as elites políticas e empresariais mais preparadas do planeta e as maiores empresas do mundo, além de mercados de consumo gigantescos? Portanto, não basta vontade, mas sim compreender as circunstâncias que nos envolvem.

No governo JK a política econômica se destacou pelo investimento (inclusive na indústria automobilística e não nas ferrovias. E as conseqüências?). Na ditadura militar pelo crescimento (com benefícios a alguns para diminuir a resistência à ditadura. Vide o BNH que subsidiava as camadas médias, mas não atendia a carência popular. E as conseqüências?). No governo FHC pelo combate à inflação (com o câmbio artificialmente congelado para garantir a reeleição. E liberado depois da reeleição. E as conseqüências?).

O conjunto dos resultados advindos da política econômica do governo Lula é que marcará este período, e não um ou outro indicador isolado. O governo Lula se destacará pelo conjunto da política econômica.

As ações na economia combinadas com o foco e o rumo da melhoria das condições de vida do conjunto da população materializam o caráter combinado de vontade política com gestão. E para que o processo avance, consolide e dê novos passos é preciso reeleger o Presidente do povo.

*Rodrigo Botelho Campos é economista

 

FONTE: www.ptmg.org.br

Escrito por .·°o.O Mayara O.o°·. às 00:12 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Conversa Entre um Pai Atleticano e seu Filho

Filho: Papai, por que você é atleticano?

Pai: Ora meu filho! O Galo é o time das massas, o maior time de Minas Gerais e um dos maiores do Brasil!

Filho: O galo é um dos melhores times do Brasil?

Pai: Sim, meu filho!

Filho: Quais títulos importantes o galo já conquistou?

Pai: O galo foi o primeiro time a ser campeão brasileiro!

Filho: Mas papai, quando foi isto?

Pai: Em 1971, meu filho.

Filho: Mas papai, antes de 1971 não existia nenhuma competição nacional?

Pai: Existia a "Taça Brasil", mas não era chamado “Campeonato Brasileiro”.

Filho: Mas papai, se for assim o galo não foi campeão brasileiro em 1971, pois aquele campeonato não se chamava “Campeonato Brasileiro” também...

Pai: Que besteira é isto meu filho, você está louco?

Filho: Não papai, eu fiz uma pesquisa e descobri que o que vocês chamam de “Campeonato Brasileiro de 1971” se chamava na verdade “Primeiro Campeonato Nacional de Clubes”, portanto não era "Campeonato Brasileiro".

Pai: Mas independente do nome, o campeonato de 71 era Campeonato Brasileiro.

Filho: Mas se for assim os campeonatos nacionais anteriores (como a Taça Brasil) também eram Campeonatos Brasileiros. Aliás, papai, era muito mais difícil vencer uma Taça Brasil na década de 60 do que o Campeonato Brasileiro em 71.

Pai: Mentira!

Filho: Verdade papai! Lembre-se que o na década de 60, Pelé ainda jogava no Santos.

Papai: (...)

Filho: Aliás, papai, se pode-se considerar como campeão brasileiro apenas quem conquistou campeonatos nacionais depois de 1971, então quer dizer que Pelé jamais foi campeão nacional?

Pai: Ahhh tá bom! Que m&%*@! Você está certo, mas isso não tira o mérito da conquista do Galo, nem o fato de que ele é um dos melhores clubes do Brasil.

 

Filho: Mas papai, tirando o título de 1971, o que mais o Galo conquistou de importante no Brasil que justifique esta sua afirmação de que o Galo é um dos maiores clubes do país?

Pai: Muitas conquistas meu filho!

Filho: Quais?

Pai: Bem... ahhhh... espere aí....

Filho: Vamos lá papai, deixa eu te ajudar: na década de 80, o que o galo conquistou?

Pai: Na década de 80 nada, mas porque o Galo foi roubado contra o Flamengo!

Filho: Mas pai, o Inter foi roubado em 2005 contra o Corinthians, mas na mesma década foi campeão mundial. Desculpe, mas jogar a culpa na arbitragem é coisa de perdedor.

Pai: (...)

Filho: E na década de 90, o que galo venceu?

Pai: Ahhh, na década de 90 nós fomos campeões da América por duas vezes!

Filho: Puxa, vocês ganharam a Libertadores?

Pai: Não, a Copa Conmebol.

Filho: Humm, Boca Juniors disputou esta competição?

Pai: Não.

Filho: River Plate?

Pai: Não.

Filho: Colo-Colo? Velez? Cerro Porteño? LDU? San Lorenzo?

Pai: Não filho, que droga!

Filho: Mas papai, qual era o critério para se participar deste campeonato, e por que os times mais importantes da América não o disputavam?

Pai: Para participar deste campeonato o time deveria terminar o Campeonato Brasileiro bem colocado e não estar disputando a Libertadores.

Filho: Humm... então era uma espécie de Segunda Divisão das Américas?

Pai: Não desvalorize a Taça Conmebol! Já falei que para poder disputá-la o time tinha que ficar bem classificado no Campeonato Brasileiro.

Filho: E qual foi a “boa” classificação do Galo no Campeonato Brasileiro de 1996 que o classificou para a Conmembol de 1997?

Pai: O Galo ficou em 7º.

 

Filho: Humm... demais hein?! E nos anos 2000, o que o Galo conquistou?

Pai: Foi uma década complicada... não fomos bem...

Filho: “Não fomos bem”? Papai, nesta década até o América/MG teve mais conquistas que o Atlético/MG.

Pai: Bobagem...

Filho: Não papai: o América/MG conquistou a Copa Sul-Minas, em que participavam os melhores times de Minas Gerais e do Sul do país.

Pai: o título da Segunda Divisão de 2006 do Galo vale mais do que isto!

Filho: Ah, então os atleticanos têm orgulho da Segunda Divisão?

Pai: Não! E não quero falar sobre a Segunda Divisão...

Filho: Eu entendo papai... lembro como você chorou em 2005. Não quero que sofra mais por causa disto.

Pai: Mas ainda assim! O Galo é o time das massas! Mesmo não sendo um dos melhores do Brasil, sempre fomos os melhores de Minas!

Filho: É mesmo papai? Então o Cruzeiro tem menos títulos que o Galo?

Pai: Bem... não é assim... O Cruzeiro já conquistou algumas coisas.

Filho: Quais?

Pai: M$%@*... Ele já foi campeão da Libertadores duas vezes... da Recopa... quatro vezes campeão da Copa do Brasil... e Campeão Brasileiro em 2003...

Filho: Não precisa falar mais papai... é suficiente.

Pai: Mas ainda assim somos o maior de Minas... o time das massas!

Filho: O que você quer dizer com isto?

Pai: Temos a maior torcida de Minas!

 

Filho: Ah é? Mas as pesquisas apontam o contrário papai...

Pai: Pesquisas não dizem nada...

Filho: Mas por que então as pesquisas eleitorais (realizadas pelos mesmos institutos que fazem as pesquisas esportivas) na larga maioria das vezes acertam o resultado dentro da margem de erro da pesquisa?

Pai: Não sei moleque! Mas o Galo tem a maior torcida presente no Mineirão. O Mineirão é a nossa casa!

Filho: Mas papai, até onde eu saiba o recorde de público presente no Mineirão é do Cruzeiro, com mais de 132 mil pessoas...

Pai: Mas este jogo não vale, a entrada de crianças e mulheres era gratuita.

Filho: Mas papai, é óbvio que o número de crianças e mulheres em um estádio superlotado é pequeno, é minoria. A maior parte das pessoas ali eram homens que pagaram pelos ingressos. E, além do mais, pelo o que eu pesquisei o Galo também já tentou fazer coisas semelhantes e não chegou nem perto de atingir o mesmo público.

Pai: Mas não importa. Se você olhar o “público pagante”, o Galo tem o recorde do Mineirão.

Filho: Mas papai, os recordes de público pagante no Mineirão pertencem ao clássico Cruzeiro x Atlético/MG, então não vale.

Pai: Mas o Galo é maior sim. Ele sempre tem a maior média de publico presente nos campeonatos nacionais.

Filho: Mas papai, o Santa Cruz de Pernambuco teve média de público na série D maior do a do Galo na série A este ano de 2009, e mesmo assim terminou a série D na 28ª posição...

Pai: Mas que p%&@* filho! Aonde você quer chegar? Tá querendo virar Maria agora?

Filho: Por que “Maria”?

Pai: Os cruzeirenses são uns bichas, uns gays idiotas!

Filho: Como você sabe disto?

Pai: Como eu sei? Ora... todos sabem!

Filho: Você tem irmãos cruzeirenses, eles são gays?

Pai: Não!

Filho: E Então?

Pai: Que m%$*@ filho. Não sei, não sei! Chamamos os cruzeirenses de “marias”, eles são e pronto!

Filho: Humm... Então os atleticanos são “gayloucura” também? Por que os cruzeirenses chamam vocês disso...

 

Pai: Não! Não somos! Galo é time macho!

Filho: Humm... tipo aquele Marcelo que participou do Big Brother de 2008 que era atleticano e assumiu sua homossexualidade no programa?

Pai começa a chorar.

Filho: Desculpa papai... mas só sou atleticano porque você me obrigou desde a infância a ser. Eu não escolhi ser atleticano, você me obrigou. Não vejo motivos para continuar sofrendo com este time. Vou torcer para um time vencedor, de grande torcida, que sempre está chegando em grandes decisões de importantes campeonatos!

Pai: Deixa de ser idiota meu filho! A torcida do Cruzeiro é sofredora. Lotou o Mineirão este ano para ver o time perder de virada para o Estudiantes e ser vice da Libertadores...

Filho: Mas papai, a maior decepção do Cruzeiro na década perder o título da Copa Libertadores para um bom time, e a maior decepção do Galo foi cair para a Segunda Divisão... olhando apenas para as decepções, qual é o maior e qual é o menor time de Minas Gerais?

Pai chora mais, e desiste de discutir...


Autor: Eliel Vieira
eliel@elielvieira.org

Escrito por .·°o.O Mayara O.o°·. às 11:42 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Gostava Tanto de Vc!

Hoje entendi o significado dessa música..! Triste demais por uma perda q doi demais..! Alessandra, descanse em Paz! Saudades Eternas!

Nem sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus, não pude dar
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão, que em minha porta bate

E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você

Eu corro fujo desta sombra
Em sonhos vejo este passado
E na parede do meu quarto
ainda está o seu retrato
Não quero ver pra não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
o pensamento em você...

E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você

Escrito por .·°o.O Mayara O.o°·. às 21:29 [ ] [ envie esta mensagem ] []